sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

CET na FAP

Do meu ponto de vista, faz todo o sentido que existam procedimentos estabelecidos que possam contribuir para uma formação mais eficiente. Principalmente numa fase inicial do processo de aprendizagem de um formador, estes procedimentos podem constituir uma ferramenta bastante útil. Para os formadores mais experientes, esta espécie de “checklist” servirá, por certo, para calibrar as suas acções de formação.
Apesar dos aspectos positivos que relevei, penso que a sua aplicação não deve ser rígida, podendo variar com a audiência, o assunto, as circunstâncias ou com outros factores.
A minha experiência como formador resume-se à formação em contexto real de trabalho, nomeadamente em cursos de controlo de tráfego aéreo, a alunos ab initiu onde a componente prática é primordial. Comparando a minha experiência formativa com o modelo de Gagne, consigo identificar alguns pontos de contacto com os itens do referido modelo, no entanto, em alguns casos não respeitam a sua ordem e em outros esse contacto é ténue ou inexistente. Os pontos de maior contacto são o Feedback, a Avaliação de Performance, o Guiar e Aumentar a Retenção e a Transferência. Quanto aos de menor contacto, relevo a Atenção e o Aliciar.
Considero que estes procedimentos poderão ser uma ajuda bastante proveitosa para o futuro, tanto nas formações práticas como nas teóricas que terei pela frente a curto prazo.

Sem comentários:

Enviar um comentário